Refugiado já levou mais de 600 muçulmanos a Jesus no Reino Unido

Shapoor pede maior envolvimento da Igreja para alcançar os imigrantes

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Quando decidiu sair do Irã e pedir asilo no Reino Unido, Shapoor ainda seguia o Islã. Oito anos depois, Deus o está usando para alcançar refugiados para Jesus.

“Quando eu era muçulmano, não acreditava que Deus poderia falar com pessoas comuns e ter qualquer relação pessoal com elas”, afirma. Tudo mudou quando Shapoor conheceu um cristão que lhe deu uma Bíblia. Logo que começou a ler as Escrituras, sua vida mudou totalmente.

“Quando vim para Cristo e passei a ler a Bíblia, descobri que Deus deseja se comunicar com todos os pecadores”, afirma. A partir do momento em que entendeu melhor o plano de Deus, Shapoor encheu-se de zelo para difundir o Evangelho.

“No momento em que entendi este amor incondicional e a graça de Deus na minha vida, sabia que já não poderia manter esta boa notícia só para mim”, lembra.

Dentro de pouco tempo ele começou a falar sobre Jesus para todos os seus amigos. Alguns ouviram, outros rejeitaram. Ele passou a visitar campos de refugiados, onde vivem imigrantes de países como Síria, Iraque, Irã e do norte da África. A maioria deles são muçulmanos. “Vinha aqui todos os sábados para dar-lhes comida. Também evangelizava e contava a todos sobre Jesus “.

Ele calcula que já levou mais de 600 muçulmanos a ter fé em Cristo. “Uma das coisas interessantes é passar o Evangelho para a próxima geração”, acredita. Uma de suas maiores preocupações são as crianças dos campos de refugiados, que vivem em situação muitas vezes deploráveis.

Reconhecendo que há uma rejeição contra os imigrantes que chegam na Europa vindos do Oriente Médio, Shapoor diz que essa é uma oportunidade dada à Igreja por Deus. “As nações estão vindo até nós”, sublinha. Atualmente ele está envolvido com a missão Pioneers, sendo responsável por coordenar vários grupos de oração entre ex-muçulmanos na Inglaterra.

Shappor comemora essa oportunidade: “Nos países de onde eles vieram seriamos presos simplesmente por compartilhar o Evangelho. Mas agora que eles estão aqui, temos a liberdade de falar sobre o Evangelho, distribuir Bíblias e convidá-los para a igreja”. Seu desejo é ver um maior envolvimento dos cristãos europeus na obra de evangelização. Com informações de God Reports

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