Fome, seca e perseguição religiosa marcam países africanos

“Estamos enfrentando a maior crise humanitária desde a criação da ONU”, diz líder

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Stephen O’Brien, um dos líderes humanitários da Organização das Nações Unidas (ONG), afirmou que mais de 20 milhões de pessoas residentes em países como Sudão do Sul, Somália, Nigéria e Iêmen estão em risco de fome.

Uma de suas declarações foi destacada pela Portas Abertas, instituição que promove apoio a cristãos perseguidos pelo mundo. “Estamos vivendo um momento muito crítico nessas nações. Já no início do ano estamos enfrentando a maior crise humanitária desde a criação das Nações Unidas”, afirmou Stephen.

A Portas Abertas reconhece a situação de crise humanitária em países como a Nigéria, e também estuda as perseguições religiosas. “Logo, entre os projetos desenvolvidos está incluso também a ajuda de socorro extensiva e consta no orçamento para 2017. Os cristãos mais afetados recebem ajuda especial”, disse a instituição.

Ainda, disseram que o envolvimento é limitado. “Somente onde há conexões de perseguição é que há permissão para nos envolvermos. Na atual crise do Sudão do Sul, não há elemento de perseguição, mas podemos orar por eles”.

“Nosso compromisso agora é apoiar a formação teológica e fornecer outros programas que já existem no país”, completam. Ainda, de acordo com a Portas Abertas, a situação da Somália é semelhante à do Sudão do Sul.

 

 

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